GRANDE ILHA – Na última quarta-feira (15), o deputado estadual progressista Wellington do Curso utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão para fazer referência ao povoado do Cajueiro. Atenuar os conflitos e garantir os direitos dos maranhenses foram os motivos que fizeram com que o parlamentar solicitasse uma discussão a respeito da Resex de Tauá-Mirim.

Sobre a situação, o deputado Wellington destacou que o Parlamento Estadual não pode ficar inerte diante dos impactos sociais causados ao povoado do Cajueiro. “Quanto à questão, já há um processo em tramitação no Judiciário que, inclusive, obriga o Estado do Maranhão a cumprir as exigências sobre a criação da reserva. Ainda conforme a decisão, o Estado deverá cumprir determinação de não deslocar as comunidades tradicionais na região mediante a desapropriação de qualquer ato que consista em retirar os moradores para instalar indústrias não relacionadas à atividade rural”, informou o deputado.

Wellington lembrou que o povoado de Cajueiro tem sofrido com os impactos sociais. “E nós, enquanto deputados estaduais, não podemos nos omitir dessa discussão”, disse ele, que é presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia.

BNC Política

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