Ex-militares denunciam violência no Batalhão da Guarda de Bolsonaro

BRASÍLIA – Na reportagem de Fernando Caixeta, revela-se que no BGP existe uma regra não escrita de que os militares lotados na unidade devem apanhar para “engrossar o couro”.

Segundo a matéria, as sessões de espancamento praticadas por soldados contra colegas de mesma patente ocorriam pelos motivos mais fúteis e serviam como castigo diante de qualquer mínimo desvio disciplinar. Lucas, Jorge e Rafael estão entre os alvos das agressões que, segundo eles, eram frequentes.

O batalhão onde os soldados eram lotados é responsável pela segurança das residências oficiais da Presidência e da Vice-Presidência da República e do Palácio do Planalto.

Confira o vídeo:

Fonte: Portal Vermelho com informações do site Metrópoles

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